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Esperança

 
          A esperança tem sido cantada em prosa e verso no curso do tempo, ora na expectação de um bem que se deseje, ora sendo o objeto dessa expectação, ora representando a segunda das três virtudes teologais, simbolizada por uma âncora, pela qual o cristão espera de Deus, com firme confiança, a graça durante a vida e o céu depois da morte.
Na visão espírita, graça não representa dom ou virtude especial concedida por Deus, muito menos milagre, mas resultado de esforços e conquistas, nesta existência ou no curso das várias reencarnações. Veja-se a respeito as questões 182, 289 e 399 de O Livro dos Espíritos. 
          Na visão espírita, céu não é uma região localizada e única. Representa, sim, formações geográficas e ambientais onde Espíritos formam agrupamentos felizes, vivendo em situação compatível com o seu estado mental e moral, seja em cidades espirituais de luz mais ou menos próximas da crosta terrestre, seja em esferas superiores, representando também, e por isso mesmo, a tranquilidade de consciência diante do dever retamente cumprido, a harmonia interior, a predominância do lado espiritual em nosso ser, com fé em Deus e nos seus desígnios superiores.
          A esperança, na visão espírita, é calcada numa fé raciocinada, portanto sem misticismo, pois não apenas crê, mas também entende. Dela resulta a certeza de um futuro melhor tanto para o nosso planeta quanto para a nossa Humanidade. 
          O espírita compreende que, com a publicação de O Evangelho Segundo o Espiritismo, por Kardec, Jesus nos conclama novamente ao exercício da caridade, e ao fortalecimento da fé, para que, dessa forma, a esperança se apoie em sentimentos elevados, sendo, por isso mesmo, perseverante, não desanimando frente aos obstáculos, provas, desafios.
          A esperança é alavanca para o reerguimento daquele que claudicou, no passado próximo ou remoto, por entender que Deus nos dá sempre novas oportunidades de avançar na senda do bem.
          A esperança com a qual nossos pais acolheram nosso retorno ao plano material, deve estar em nosso coração no dia a dia da presente jornada reencarnatória, e presente em nosso âmago quando se aproximar a hora da volta ao mundo espiritual, de onde viemos, à cidade espiritual que nos acompanha a trajetória, buscando ser merecedores dessa realidade.
          Nesse sentido, o exercício, sempre, do combate à inveja, ao ciúme, à mágoa, ao ressentimento, à vingança, entre outros sentimentos que nos afastam dos mentores espirituais, bem como das suas instituições e inspirações, que nos alimentam o combustível da esperança.
          Livros espíritas, levantando o véu, nos mostram como é o lado de lá, renovando nossas esperanças.
As bem-aventuranças proclamadas por Jesus, constantes dos capítulos VII e X da terceira obra da Codificação, representam um roteiro para investirmos na redobrada esperança.
Importa, também, incentivarmos a esperança no coração dos que se aproximam de nós, seja no âmbito da família, do trabalho, da casa espírita, entre outros, uma vez que isso está no contexto da caridade moral.
          Admirar a natureza, que exprime a sabedoria e a bondade do Criador, acrescenta valores à nossa esperança: se o reino mineral, vegetal e animal recebem tanto do Seu amor, que não dirá o hominal, ao qual pertencemos? A Doutrina Espírita nos ajuda a compreender a Lei do Progresso. A parte quarta de O Livro dos Espíritos nos fala das esperanças e das consolações, e o livro O Céu e o Inferno aprofunda a questão.
        Na visão espírita, o homem, sabendo de onde vem, por que está na Terra, e para onde vai, tem sua esperança potencializada, porque ela é irmã da fé raciocinada.
         A alegria interior é renovada sempre que a esperança se alia às boas obras.
 
REVISTA INTERNACIONAL DO ESPIRITISMO (abril de 2012)

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