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/Artigos/Amar-e-uma-decisao/

Amar é uma decisão

 


Pricila Lehn
 
            Amar. Uma palavra tão pequena, mas que reflete um grande sentimento.
 
            Amar sintetiza toda a lei divina; o AMOR é o sentimento mais puro que reina por toda parte e que aproxima os seres de seu Criador.
 
            Refletindo sobre essa máxima, concluímos que, para nos aproximarmos do pai, devemos cultivar o AMOR.
 
            AMOR não só ao Pai Maior, mas também ao próximo e a nós mesmos. Jesus assim ensinou: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”, colocando o AMOR como fonte e objetivo de vida.
 
            Mas como cultivaremos o AMOR? Amar a Deus é fácil, Ele é só bondade, esperança, mas e ao meu próximo?
 
            O ser humano possui enorme potencial de realização. Possuímos condições de crescer e de mudar. 
 
            O germe da perfeição está presente em nós, pois cada Espírito traz em si, em estado latente (que é um estado adormecido), o germe da perfeição e do amor.
 
            Deus é AMOR, revestido de AMOR, e como somos seus filhos, recebemos do Pai, aquilo que Ele tem para nos dar, AMOR. Ninguém doa ou dá aquilo que não tem.
 
            O AMOR deve ser vivenciado desde a infância. A criança possui o germe do AMOR, essa semente já está plantada no seu coração, devendo ser estimulada a crescer, nos mínimos gestos do dia a dia, admirando uma árvore florida carregada de frutos, aspirando o perfume de uma flor. Aprendendo a amar a Natureza ficará mais fácil para a criança amar o seu próximo.
 
            Joanna de Ângelis vem ao nosso auxílio1:
 
            “Quem não recebe AMOR, não sabe dar AMOR e não o possui para repartir. Na infância do corpo, o Espírito encarnado plasma na consciência a escala de valores que lhe orientará a existência. Conforme seja tratado criará estímulo naquela direção, retribuindo-os na mesma hora”.
 
            Mas como aprenderemos a amar?
 
            Jason de Camargo, em seu livro Educação dos Sentimentos, propõe três etapas para o aprendizado do amor2.
 
            1º) Mova-se para o AMOR: devemos estabelecer uma diretriz para nossa vida e trabalharmos nessa direção, trabalhando o AMOR em nossa mente, afirmando que o AMOR é possível.
 
            2º) Conheça o AMOR: o conhecimento é adquirido de várias formas: estudando, observando, comparando, sentindo e refletindo.
 
            3º) Vivencie o AMOR: devemos ver tudo com AMOR, e não poderemos perder as oportunidades para executar o AMOR.
 
            Pestalozzi, que foi um grande educador, afirmava: “Não iremos aprender a pensar apenas lendo livros sobre o pensamento, mas sim pensando”. Dizia mais: “Nós temos a cabeça para pensar; o coração para sentir e as mãos para obrar”.
 
            No AMOR, temos as condições de realizar as três tarefas educativas: pensar, sentir e agir no bem.
 
            A força do AMOR ao próximo, atitudes como perdoar, ser benevolente e tolerante irão produzir transformações no psiquismo do indivíduo, gerando uma profilaxia da alma e uma terapia para o corpo.
 
            Sem a presença do AMOR naquilo que temos, naquilo que fazemos, somos imensamente carentes e desvitalizados.
 
            O Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo 11, item 9 esclarece acerca da lei do amor: 
 
            “Para praticar a lei do amor, como Deus a quer, é necessário que chegueis a amar, pouco a pouco, e indistintamente, a todos os vossos irmãos. (...) A lei do amor deve um dia matar o egoísmo, sob qualquer aspecto em que se apresente, pois além do egoísmo pessoal, há ainda o egoísmo de família, de casta, de nacionalidade. Jesus disse: Amai ao vosso próximo com a vós mesmos, ora qual é o limite do próximo? Será a família, a seita, a nação? Não, é toda a humanidade”.
 
            Amar ao próximo é fazer todo o bem que está ao nosso alcance e que gostaríamos nos fosse feito.
 
            Este é o sentido das palavras de Jesus: “Amai-vos uns aos outros como irmãos”. Esse é o nosso compromisso, e principalmente nossa tarefa, certos que os maiores beneficiados seremos nós mesmos, à medida que deixarmos essa essência divina aflorar em nossos corações e em nossas vidas.
 
 
Amar é uma decisão
 
            Amar. Uma palavra tão pequena, mas que reflete um grande sentimento.
 
            Amar sintetiza toda a lei divina; o AMOR é o sentimento mais puro que reina por toda parte e que aproxima os seres de seu Criador.
 
            Refletindo sobre essa máxima, concluímos que, para nos aproximarmos do pai, devemos cultivar o AMOR.
 
            AMOR não só ao Pai Maior, mas também ao próximo e a nós mesmos. Jesus assim ensinou: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”, colocando o AMOR como fonte e objetivo de vida.
 
            Mas como cultivaremos o AMOR? Amar a Deus é fácil, Ele é só bondade, esperança, mas e ao meu próximo?
 
            O ser humano possui enorme potencial de realização. Possuímos condições de crescer e de mudar. 
 
            O germe da perfeição está presente em nós, pois cada Espírito traz em si, em estado latente (que é um estado adormecido), o germe da perfeição e do amor.
 
            Deus é AMOR, revestido de AMOR, e como somos seus filhos, recebemos do Pai, aquilo que Ele tem para nos dar, AMOR. Ninguém doa ou dá aquilo que não tem.
 
            O AMOR deve ser vivenciado desde a infância. A criança possui o germe do AMOR, essa semente já está plantada no seu coração, devendo ser estimulada a crescer, nos mínimos gestos do dia a dia, admirando uma árvore florida carregada de frutos, aspirando o perfume de uma flor. Aprendendo a amar a Natureza ficará mais fácil para a criança amar o seu próximo.
 
            Joanna de Ângelis vem ao nosso auxílio1:
 
            “Quem não recebe AMOR, não sabe dar AMOR e não o possui para repartir. Na infância do corpo, o Espírito encarnado plasma na consciência a escala de valores que lhe orientará a existência. Conforme seja tratado criará estímulo naquela direção, retribuindo-os na mesma hora”.
 
            Mas como aprenderemos a amar?
 
            Jason de Camargo, em seu livro Educação dos Sentimentos, propõe três etapas para o aprendizado do amor2.
 
            1º) Mova-se para o AMOR: devemos estabelecer uma diretriz para nossa vida e trabalharmos nessa direção, trabalhando o AMOR em nossa mente, afirmando que o AMOR é possível.
 
            2º) Conheça o AMOR: o conhecimento é adquirido de várias formas: estudando, observando, comparando, sentindo e refletindo.
 
            3º) Vivencie o AMOR: devemos ver tudo com AMOR, e não poderemos perder as oportunidades para executar o AMOR.
 
            Pestalozzi, que foi um grande educador, afirmava: “Não iremos aprender a pensar apenas lendo livros sobre o pensamento, mas sim pensando”. Dizia mais: “Nós temos a cabeça para pensar; o coração para sentir e as mãos para obrar”.
 
            No AMOR, temos as condições de realizar as três tarefas educativas: pensar, sentir e agir no bem.
 
            A força do AMOR ao próximo, atitudes como perdoar, ser benevolente e tolerante irão produzir transformações no psiquismo do indivíduo, gerando uma profilaxia da alma e uma terapia para o corpo.
 
            Sem a presença do AMOR naquilo que temos, naquilo que fazemos, somos imensamente carentes e desvitalizados.
 
            O Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo 11, item 9 esclarece acerca da lei do amor: 
 
            “Para praticar a lei do amor, como Deus a quer, é necessário que chegueis a amar, pouco a pouco, e indistintamente, a todos os vossos irmãos. (...) A lei do amor deve um dia matar o egoísmo, sob qualquer aspecto em que se apresente, pois além do egoísmo pessoal, há ainda o egoísmo de família, de casta, de nacionalidade. Jesus disse: Amai ao vosso próximo com a vós mesmos, ora qual é o limite do próximo? Será a família, a seita, a nação? Não, é toda a humanidade”.
 
            Amar ao próximo é fazer todo o bem que está ao nosso alcance e que gostaríamos nos fosse feito.
 
            Este é o sentido das palavras de Jesus: “Amai-vos uns aos outros como irmãos”. Esse é o nosso compromisso, e principalmente nossa tarefa, certos que os maiores beneficiados seremos nós mesmos, à medida que deixarmos essa essência divina aflorar em nossos corações e em nossas vidas.
 
 
1FRANCO, Divaldo. Momentos de Consciência. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador, BA: LEAL. p.6.
2CAMARGO, Jason. Educação dos Sentimentos. Porto Alegre. Letras de Luz, 2001. p. 126 a 128. 
1FRANCO, Divaldo. Momentos de Consciência. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador, BA: LEAL. p.6.
2CAMARGO, Jason. Educação dos Sentimentos. Porto Alegre. Letras de Luz, 2001. p. 126 a 128. 

Revista Afinal

Alerta

A Ecologia à luz do Espiritismo

Comer carne ou ser vegetariano

A Ecologia à luz do Espiritismo

Ainda sobre o livro de Humberto de Campos

Duas Questões de Direito Penal

A lição mais importante

Páscoa e Reforma Íntima

Evangelho e simplicidade

O Espiritismo e o livre arbítrio

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Natal e Ano Novo

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