logo
Filhas e filhos da alma!

Retrospectiva Íntima

Ante a Palavra do Cristo

Quando Deus Criou as Mães

O perfume do bem

Planejamento

Mais Mensagens...
Inicial
Nossa História
O que é o Espiritismo
Conheça Allan Kardec
Obras Básicas
Departamentos
Horários de Funcionamento
Palestras
Boletim do Caminho
Clube do livro
Livraria
Notícias
Artigos
Biografias
Mensagens
Mídia Espírita
Galeria de imagens
Outros sites
Fale Conosco

Siga-nos no Twitter
@SECAD_
/Artigos/A-missao-da-paternidade/

A missão da paternidade

(O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Allan Kardec – questões 582 e 583)

A paternidade pode ser considerada como missão?
“Sem dúvidas que é uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o homem pensa, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem, e lhes facilitou a tarefa dando àquele uma organização fraca e delicada, que o torna propício a todas as impressões. No entanto, há muitos que mais cuidam de aprumar as árvores do seu jardim e de fazê-las dar bons frutos em abundância, do que de formar o caráter de seu filho. Se este vier a falir por culpa deles, suportarão os desgostos resultantes dessa queda e partilharão dos sofrimentos do filho na vida futura, por não terem feito o que lhes estava ao alcance para que ele avançasse na estrada do bem.”
 
Os pais são responsáveis pelo transviamento de um filho que envereda pelo caminho do mal, apesar dos cuidados que lhe dispensaram?
“Não; porém, quanto piores forem as disposições do filho, tanto mais pesada é a tarefa e tanto maior o mérito dos pais, se conseguirem desviá-lo do mau caminho.”
 
 
Segundo o livro “Nos Domínios da Mediunidade”, André Luiz [...] "A paternidade e a maternidade, dignamente vividas no mundo, constituem sacerdócio dos mais altos para o Espírito reencarnado na Terra, pois através dela a regeneração e o progresso se efetuam com segurança e clareza" [...]
 

 

OS BRAÇOS DE MEU PAI
 
“Haverá lugar mais seguro no mundo, do que os braços de meu pai? 
Haverá abraço mais forte, presença mais certa, do que a certeza de meu pai? 
Depois de partir tantas vezes, depois de lutar tantas vezes, haverá outro lar para onde eu possa voltar, senão para a mansão do coração de meu pai? 
Haverá professor mais dedicado, médico mais experiente, conselheiro mais sábio do que este? 
Haverá olhos mais zelosos, ouvidos mais atentos, lágrimas mais sentidas, sorrisos mais serenos do que os dele? 
Existirá mais alguém no mundo que lute por mim como ele? Que se esqueça de suas necessidades pensando nas minhas? Que esteja lá, em qualquer lugar, a qualquer hora, por seu filho? 
Existirá mais alguém no mundo que renuncie a seus sonhos pessoais por mim, e que chegue até a tornar os meus sonhares os seus próprios, por muito me amar, e por muito querer me ver feliz? Existirá alguém? 
Raros são os corações como o dele. Raro como a chuva durante a estiagem. Raro como o sol nas noites eternas dos pólos terrenos.” 
 
Nossos pais são únicos. São destas almas que Deus, em sua bondade sem fim, coloca em nossas vidas, para torná-las completas. 
Nossos pais são únicos. São as estrelas que permanecem no firmamento, dando-nos a beleza e a luz da noite, sem nada exigir em troca. 
São tão valorosos, que mesmo após se tornarem invisíveis aos olhos, e serem vistos apenas em fotografias e sonhos, continuam conosco, com o amor de sempre, com o abraço seguro de todas as horas. 
É por tudo isso que preciso lhe dizer, pai, não somente hoje, mais em todas as manhãs que a vida nos proporcionar; que se meus passos são mais certos hoje, é porque souberam acompanhar os seus; que se hoje sou mais responsável, é porque minha responsabilidade se espelhou na sua; e que se hoje sonho em ser pai, é porque tive em você a maior de todas as inspirações. 
Não sabemos ao certo o tempo em que estaremos juntos, aqui, nesta jornada, mas saiba que nada me fará mais feliz no futuro do que reencontrá-lo, tantas e tantas vezes, em tantas e tantas vidas, porque jamais existirá lugar mais seguro no mundo, do que os seus braços, meu pai querido. 
Minhas preces têm em seus versos o seu nome. 
Meu espelho tem as feições que seu semblante me emprestou. 
Minha fé tem a sua certeza, a sua confiança. 
Meu coração tem as sementes das suas virtudes, e o livro da história de minha felicidade, tem em todas suas páginas, a palavra “pai”. 
 
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no poema “Os braços de meu pai” – autor desconhecido.

 


Revista Afinal

Alerta

A Ecologia à luz do Espiritismo

Comer carne ou ser vegetariano

A Ecologia à luz do Espiritismo

Ainda sobre o livro de Humberto de Campos

Duas Questões de Direito Penal

A lição mais importante

Páscoa e Reforma Íntima

Evangelho e simplicidade

O Espiritismo e o livre arbítrio

Apenas dois títulos

Natal e Ano Novo

Reencarnação existe sim, na Bíblia - Jesus conscientiza

Deus, o refúgio de sempre

A Medicina oficial se abre para a questão espiritual.

Viver feliz

Injustiças socias

Dois destinos

Sempre é tempo de recomeçar

Amar é uma decisão

A terapia da esperança

Sensação de Natal

Concisa explanação a propósito dessa tal felicidade

A utilidade da infância

Entrevista com Jorge Maurício - Jornal Semanal de Três de Maio

A desencarnação é a certeza futura que temos.

O sexo é sinônimo de felicidade?

87 anos

Esperança

Solidariedade

Pineal, a glândula da vida mental

Beber alcoólicos é um flagelo Social

Não há efeito sem causa, logo, Deus existe!

Recados do céu

A opinião de Deus

Visão Espírita da Páscoa

O "nada" e a "sorte" explicam o universo?

A fé derruba obstáculos

Doe palavras

Caridade e trabalho voluntário

Um Pouco sobre o Espiritismo

A família

Evangelização Infanto-Juvenil: Necessidade urgente!

Os porquês da vida

As Propostas Espíritas em Face da Violência Social

© Sociedade Espírita Caminho de Damasco (Santa Rosa - RS) - Sítio Eletrônico